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(Ralph Waldo Emerson)

MISSÕES, EVANGELISMO E O DESAFIO DA COMPREENSÃO DA IGREJA

quarta-feira, 28 de setembro de 2016
           







                    MISSÕES, EVANGELISMO E O DESAFIO DA COMPREENSÃO DA IGREJA                  
  Jeferson Alfredo Pereira*


RESUMO
   O presente artigo trata de algumas dificuldades de cunho cultural e teológico que através dos anos assolam a igreja evangélica brasileira na área de missões. Destaca principalmente o problema da falta do conceito bíblico de “missões e evangelismo”, bem como da necessidade da interpretação e prática na atualidade.

PALAVRAS CHAVE: Missões; Evangelismo; Igreja Brasileira; Interpretação bíblica.

INTRODUÇÃO

   Missionário ou pastor? Evangelismo ou panfletagem? Igreja tradicional ou pentecostal? Calvinista ou arminiano? Qual a importância que esses termos possuem para a vida do cristão atualmente? Infelizmente, tais termos fazem parte de um quadro de equívocos e discussões no seio da igreja evangélica brasileira. Tais equívocos vêm se repetindo desde que a Bíblia Sagrada perdeu seu lugar de primazia nos cultos e a doutrina começou a desfalecer diante do pragmatismo empregado na obtenção de números, o que ocasionou outro grave problema, a troca de vidas por apenas números. Hoje em inúmeras igrejas evangélicas brasileiras muito se fala sobre ganhar almas, mas pouco se fala sobre o cuidar de vidas.
   Nem o surgimento de novas teologias nem a troca de informações entre as igrejas colaborou com a aplicação do cerne do serviço cristão: A compreensão da vontade de Deus!
  Diante de tal desafio o texto a seguir tem o intuito de despertar a atenção do leitor para a necessidade de retornar aos fundamentos bíblicos da fé cristã, especialmente no que concerne ao evangelismo e missões.

1. ENTENDENDO MISSÕES

   O conceito de missões tem sido mal compreendido há muito tempo. Talvez, por existir uma ausência do conceito bíblico de missões, ou uma compreensão bíblica das mesmas. Por um lado se vê centenas de pessoas alvoroçadas falando, postulando, discutindo sobre a necessidade de sermos missionários onde quer que andemos. Em outro extremo pode ser vista uma igreja despreocupada com a grande maioria dos temas bíblicos, entre eles, missões.
John Piper declara:
As missões não são o alvo fundamental da igreja. A adoração é. 

As missões existem porque não há adoração. A adoração é fundamental, não as missões, porque Deus é essencial, não o homem. Quando esta era se encerrar e os incontáveis milhões de redimidos estiverem perante o trono de Deus, não haverá mais missões. Elas são uma necessidade temporária. A adoração, porém, permanece para sempre. A adoração é, portanto, o combustível e a meta das missões.

   Pode soar estranho, mas ao analisar a maioria dos conceitos “eclesiásticos” tal estranheza pode aumentar e muito, devido os disparates encontrados entre a cristandade. Piper não está errado quando postula sobre a importância de missões, mas infelizmente hoje existem outros conceitos errôneos sobre o vocacionado cristão. Não é de se admirar, haja vista, uma “igreja” que foge das Sagradas Escrituras e alimenta seu povo com os frutos do pragmatismo, mais cedo ou mais tarde acabaria sofrendo com esse tipo de dificuldade. Possivelmente, a outra grande dificuldade é a interpretação da maioria das igrejas com respeito as suas responsabilidades como indivíduos. Compreender corretamente o que está sendo transmitido de maneira falada ou escrita é fundamental para que se tenha um conceito correto sobre missões ou outro qualquer assunto tratado. O ponto central não é sobre hermenêutica apenas.  Observa-se no meio da igreja uma série de dificuldades que ninguém ousa tratar, muito “se fala” de missão transcultural, mas pouco se pensa sobre a cultura retrógrada de certas igrejas locais. Em certas denominações, por exemplo, quando os integrantes da igreja conversam sobre evangelismo, o conceito que se tem, é que é de responsabilidade apenas do ministro, do evangelista, do missionário que está no campo, afinal, a igreja já oferta, já devolve o dízimo. “O que mais tenho haver com isso? O missionário é que tem esse chamado”.
     Parece que há uma releitura no meio do povo de Deus onde conceitos sólidos são reformulados do dia para a noite em pequenos processos de separação. Algo como: Evangelismo é uma coisa, missões é outra, culto também é outra. Uma necessidade de falsa profissionalização de delegar a qualquer um, menos a quem pertence às responsabilidades que a Bíblia sagrada ensina a cada cristão.
    “A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. (Jo. 3:3 ARA)

2. SAINDO PARA FORA

   Houve uma época em que se falava sobre o Brasil ser o celeiro missionário do mundo. Que a nação brasileira representava a “resposta de Deus para missões”. Pois, bem. E hoje?
John Piper citando David Barrett, em World Christian Encyclopedia, p.19, declara:

Um fato é o tremendo inacabado dever diante da igreja de Cristo. Dependendo de como você define os grupos étnicos, existe entre 1.000 e 17.000 povos não alcançados na terra. O próprio John Stone sugere cerca de 3.000 povos não alcançados. Em qualquer um destes casos, é fato que cerca da metade das 5.2 bilhões de pessoas do mundo vivem em um destes grupos, onde a igreja é inexistente ou tão pequena e fraca que necessita de ajuda externa para a evangelização do seu povo. Isto significa que cerca da metade dos indivíduos no mundo são culturalmente privados do testemunho do evangelho. Portanto, a necessidade de missionários transculturais é ainda extraordinariamente grande. Este é um fato deixado claro neste livro. O dever missionário está inacabado!

   Paul Washer ao falar sobre o teor da mensagem missionária afirma que: “O evangelho de Cristo é o maior tesouro já dado à igreja em geral e ao cristão individualmente. Não é uma mensagem entre muitas, mas a mensagem acima de todas”. Sendo assim, se os cristãos souberem – verdadeiramente – o teor da mensagem que possuem em suas mãos, se entenderem biblicamente o ide para missões, surge um segundo questionamento: Como cumprir corretamente tal orientação divina? A resposta pode estar na motivação em que está sendo baseado tal convite. A própria palavra de Deus, alerta para a importância do fundamento, não somente o conceito, mas a importância da prática desse fundamento.
   A Bíblia Sagrada nunca foi apenas um compêndio de regras e leis, ela sempre foi e será para os cristãos um manual de vida, de regra de fé e prática de todo ser que nascido de novo, agora vive para a glória de Deus!
   Citando João Calvino: “A palavra de Deus é semente frutífera por sua própria natureza” e ainda, “Assim, a pessoa que faz um correto uso da Escritura, não carece de nada, nem para a salvação, nem para um viver saudável”.
   Talvez por isso observa-se que Deus em sua soberania fez com que o trabalho desenvolvido até hoje, tenha se fundamentado no poder e soberania divinas e realizado através de seus filhos. Eles possuíam um elemento essencial e insubstituível, a verdadeira motivação providenciada por Deus através das Sagradas Escrituras.
   John Piper fala sobre essa motivação:

Como decidimos qual é a tarefa das missões ou mesmo se elas deveriam existir? Uma resposta seria que o amor assim o define e requer. Se pessoas do mundo inteiro estão sob condenação por causa do pecado e excluídas da vida eterna (Ef. 2:2-3, 12; 4:17; 5:6) e se invocar Jesus é a única esperança delas para a comunhão eterna e jubilosa com Deus [...] então o amor requer as missões.

   Daniel Cezário, missionário brasileiro, disse que: “O segredo para se fazer missões, biblicamente falando, é unicamente confiar em Deus. Que o cristão ao ter sede, indo ao bebedouro, a fé deveria ser o agente fundamental para que no caminho, houvesse a certeza que ali haveria água”.
   A Bíblia parece ensinar que todos os cristãos foram chamados para proclamar a Palavra de Deus, os cristãos que fazem parte da igreja, ora se reúnem em assembleia, ora saem portas afora proclamando o Evangelho. Sendo assim, o tempo de permanência na igreja deveria equivaler a uma preparação, um discipulado para sair da zona de conforto e proclamar a mensagem de Cristo (1Pe. 2:9, Hb. 13:13). A Bíblia ensina isso como serviço cristão, servir ao próximo como fez Jesus, obedecer o exemplo do Salvador e Redentor.
   Mas que tipo de homem tem essa coragem? Essa disposição? De “tomar sua cruz, negar-se a si mesmo e seguir a Cristo?” Lawson parece ter a resposta quando diz:

Quem são esses grandes homens da história? Eles foram os pregadores mais fascinados por Deus do seu tempo, os mestres mais saturados pela Palavra da sua época, os homens que, na maior parte, marcaram os seus tempos em sua ênfase na glória de Deus. Eles foram os heróis da fé, as colunas mais sólidas da igreja, homens que impactaram nações e influenciaram continentes por e para Cristo, homens que fizeram eclodir reformas e que acenderam despertamentos espirituais. Eles foram os valentes guerreiros do reino de Deus, que traduziram as Escrituras para as línguas maternas dos seus respectivos povos - e que foram presos a estacas e queimados por realizarem esse trabalho. Foram homens que fundaram denominações baseadas na Bíblia e lançaram missões para a propagação do Evangelho - homens que legaram um impacto eterno sobre a vida da igreja. Eles estão entre os mais estimados pastores, os mais distinguidos teólogos e os mais prolíficos escritores das suas respectivas gerações. Eles foram os evangelistas mais apaixonados, eruditos professores e veneráveis presidentes de colégios e seminários bíblicos - homens que defenderam o padrão das sãs palavras. São os homens que foram os verdadeiros campeões das doutrinas da graça.

   Os pessimistas alegam que os tempos mudaram, homens que tenham um profundo amor pela palavra de Deus, pela igreja e por missões, hoje são raros de se encontrar. Nada se pode dizer sobre isso que já não fosse predito pela Bíblia Sagrada: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. (Mt. 24:12 ARA). A igreja vive dias em que, se encontrando quem frequente a igreja e seja fiel, o pastor já se dá por satisfeito. Aquele irmão ali não ora, mas oferta, ele não evangeliza, mas canta bem, ele não faz isso, mas pelo menos faz aquilo. É lamentável, “sempre que uma igreja troca o evangelho da graça por outro evangelho, entra por um caminho desastroso”.
   Onde se encontra a raiz do problema? Se fosse fácil responder essa pergunta é possível que já não houvesse mais a discussão sobre essa triste realidade, mas talvez, uma das respostas possa ser a incompreensão básica de importantes doutrinas concernentes à vida cristã. Uma contrariedade ao estudo da teologia que foi imposto por algumas igrejas emergentes décadas atrás e que agora cobra caro seus dividendos. O Dr. Vanhoozer afirma que: “Atualmente os teólogos não são muito respeitados, seja no mundo acadêmico, na sociedade ou na igreja. Por que as pessoas estão dizendo coisas terríveis sobre teologia? Não há duvida que as razões são complexas, mas um fator importante é a morte da doutrina”.
   Uma má exegese foi disseminada baseada em textos do tipo: “A letra mata e o espírito vivifica”, que hoje resulta em uma série de denominações neopentecostais, recheadas de sofismas, comércio da palavra de Deus e vergonha para os verdadeiros cristãos. Tal comportamento ocasiona uma mancha terrível no cristianismo. Aquilo que o cristão chama de testemunho, o mundo secular interpreta como caráter. Diante disso, cada vez que um verdadeiro cristão sai às ruas para evangelizar, não se depara apenas a resistência comum do ser humano caído em pecado, ele também encontra o trauma gerado pela má fama de um pretenso pregador que lhe decepcionou, afinal, “o ser humano aprende facilmente a lidar com seus sucessos e ganhos, mas tem grande dificuldade de aprender a lidar com seus fracassos e perdas”. Parece que tal decepção, gera ainda mais decepção (Sl. 42:7).
   Relatos como esses, existem em centenas de milhares no cotidiano comum das igrejas evangélicas brasileiras. Infelizmente na atual realidade, quanto mais emergente, quanto menos tradicional, quanto mais nova, mais histórias traumáticas como essas, tais igrejas produzirão. “Não é de se admirar que a mensagem evangelística emergente de um tal sistema difira nitidamente do evangelho segundo Jesus”.
   Um dos maiores nomes no campo de missões, o Rev. Ronaldo Lidório afirma que:

Uma das maiores barreiras na evangelização é a nossa própria compreensão do Evangelho. Por diferentes motivos humanizamos o Evangelho nas últimas décadas em um processo reducionista e passamos a igualá-lo a nós mesmos. Quando se diz que o Evangelho está crescendo, ou está sofrendo oposição, o que de fato desejamos comunicar é que a “Igreja” está crescendo ou sofrendo oposição. Paulo, escrevendo aos Romanos no primeiro capítulo, porém, deixa bem claro algo que parece estar esquecido em nossos dias: nós não somos o Evangelho – o Evangelho é Jesus Cristo. Portanto, apresentar a Igreja não é evangelizar. Expor a ética cristã para a família não é evangelizar. Anunciar a própria denominação não é evangelizar. Evangelizar é apresentar Jesus Cristo, sua vida, morte e ressurreição, para salvação de todo aquele que crê.

   Deste modo a compreensão correta de missões, do evangelho e da vontade de Deus está intrinsicamente ligada para a prática bíblica da obra do Senhor. Entretanto, se analisarmos a história da igreja, conclui-se que a má compreensão não é um problema que assola apenas o mundo pós-moderno. Spurgeon relata sua indignação quando diz:

Eu penso ser capaz de mostrar algumas razões pelas quais a nossa santa fé não é tão próspera quanto costumava ser. Em primeiro lugar, nós não temos mais homens apostólicos. Em segundo lugar, os missionários não iniciaram seu trabalho no estilo apostólico. Em terceiro lugar, nós não temos igrejas apostólicas para apoiá-los. E em quarto lugar, nós não temos a influência apostólica do Espírito Santo na mesma medida em que eles tiveram nos tempos passados.

   Segundo Spurgeon, a igreja precisava, e ainda precisa de “homens apostólicos que façam o trabalho de Deus no estilo apostólico”. É possível que quando Spurgeon falava a esse respeito, tinha em mente a figura do apóstolo Paulo que foi o maior missionário depois de Jesus Cristo no novo testamento. Ainda hoje há uma necessidade de homens como Paulo que afirmavam “estar crucificados com Cristo, e dessa maneira, viver uma vida integralmente pela fé!” (Gl. 2.20).

3. CONCLUSÃO

   Grandes dificuldades assolam o vocacionado em missões. Desde a ausência de segurança por parte do missionário enviado em relação à igreja local, até a distância da família, amigos, e da pátria materna. Podem ser outros inúmeros temores humanos que cerceiam o candidato à grande comissão. Nos dias de hoje, os pais possuem dezenas de sonhos para seus filhos, mas ao que parece missões não se encontra no topo da lista de profissões desejadas ou faculdades a serem concursadas para o futuro de um filho querido.
   O cumprimento do ide requer mais do que um chamado, requer coragem e fé que atendem a esse chamado. Para isso, a Bíblia declara que Deus é aquele que chama e que completa a boa obra, mas o homem é o alvo de Deus. O Dr. Hendriksen comentando a carta de Paulo aos Filipenses diz: “Ainda que seja verdade que Deus inicia sua obra para completá-la, também é verdade que, uma vez tenha Deus começado sua obra nos homens, estes jamais permanecem como meros instrumentos passivos!”.16 É interessante que o alvo de Deus, os eleitos, é secundário a outro alvo de Deus, os agentes proclamadores da mensagem.
   Como Calvino disse:

É nessa mesma conexão que ele chama Deus nosso Salvador, pois de qual fonte obtemos a salvação senão da imerecida generosidade divina? O mesmo Deus que já nos conduziu à sua salvação pode, ao mesmo tempo, estender a mesma graça também a eles. Aquele que nos atraiu a si pode uni-los também a nós. O apóstolo considera como um argumento indiscutível o fato de Deus agir assim entre todas as classes e todas as nações, porque isso foi predito pelos profetas.

   A coragem necessária para aceitar o desafio provém novamente da interpretação da Palavra de Deus e da compreensão da extensão e urgência desse chamado, que é verificado pelo “vocacionado do missionário”. O pastor Paul Washer refletindo sobre 1Co 15:3-4 “Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”, comenta acertadamente:

No texto acima, aprendemos duas importantes verdades sobre o evangelho. Primeiro, não foi o resultado de uma invenção humana, mas de homens movidos pelo Espirito Santo (2Pe. 1:21). Logo, ele carrega a plena autoridade da Escritura como uma mensagem soprada por Deus (2Tm. 3:16). Segundo, foi uma mensagem entregue de uma vez por todas aos santos, e cada geração de cristãos é responsável por transmiti-lo inalterado para a geração seguinte (Jd. 3).

   Em suma, o homem de Deus que é chamado para tão nobre tarefa, vence seus medos diante do amor de Deus e através do seu poder, pronunciado nas sagradas letras da Bíblia.
   Stuart Olyott relata uma grandiosa verdade quando diz: “Deus opera onde você não espera que ele opere”. Ele continua:

Agora, se tivessem dito a você, dois mil anos atrás, que o Deus encarnado estava no mundo, onde você o procuraria? E onde você o encontraria? Na pequena Nazaré, na oficina do carpinteiro. Se você estivesse no século XVIII, procurando pelo maior pregador que o mundo britânico já conheceu, e alguém disse para você: “ele ainda é um garotinho, mas será o maior pregador de todos”, onde você o encontraria? Você teria de ir à cidade de Gloster, encontrar um pequeno bar na esquina e subir um a um pequeno apartamento que ficava em cima do bar. Ali você encontraria um garotinho que se chamava George – George Whitefield. Deus opera onde você não espera que ele opere! E onde Deus está operando hoje? Não olhe nos olhos de nenhuma criança e a despreze. Vamos caminhar pelas ruas de um vilarejo completamente esquecido: os meninos estão brincando e correndo, mas um deles não está. Ele é um pouquinho gordo, ele gosta de livros, ele prefere brincar no escritório do seu avô e ler. Ele não está interessado em jogadores de futebol. Qual o nome dele? C. H. Spurgeon.
Onde Deus está operando? [...] Deus opera nos lugares mais surpreendentes.

   Deus possa abrir os olhos do seu povo (Gn. 21:19), tocar nesse tempo em corações de pedra, transformando-os em corações sensíveis ao seu chamado (Ez. 36:26), que Deus queira nesse tempo dar ouvidos de erudito e língua de erudito a uma nova geração de proclamadores da verdade, que falam a boa palavra ao cansado (Is. 50:4).
   Que o alvo de missões seja alcançado finalmente:

“Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor”. (Jo. 10:16 ARA)


Autor: O autor é Evangelista da Igreja Presbiteriana do Brasil, pastor de Jovens e Adolescentes na IPB Central de Presidente Prudente, aluno do 1º ano do Curso Avançado de Teologia do Seminário Martin Bucer.

Bibliografia: 

    PIPER, John. Alegrem-se os povos: a supremacia de Deus em missões. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2001. 15 p.
   PIPER, John. Uma teologia para missões. Disponível em:<http:// www.veritas.com/ebooks/> acesso em: 31 de ago. 2016.
    WASHER, Paul. O poder do evangelho e sua mensagem. São José dos Campos: Editora Fiel, 2013. 7 p.
    CALVINO, João. 1Coríntios: Série comentários bíblicos. São José dos Campos: Editora Fiel, 2009. 57
   CALVINO, João. Pastorais: Série comentários bíblicos. São José dos Campos: Editora Fiel, 2009. 264 p. 
    PIPER, John. Alegrem-se os povos: a supremacia de Deus em missões. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2001. 161 p.
     CEZÁRIO, Daniel. Sermão pregado na manhã de Domingo 2 de Novembro de 2014, IPB Central de Presidente Prudente – São Paulo.
    LAWSON, Steve J. Fundamentos da graça: 1400 a.C. - 100 d.C: longa linha de vultos piedosos. São José dos Campos: Editora Fiel, 2012. 40 p.
   MACARTHUR, John, O Evangelho segundo Jesus. 2ª ed. São José dos Campos: Editora Fiel, 2008 77 p.
   LOPES, Hernandes Dias. A MORTE DE UMA igreja. Fé para hoje, São José dos Campos, n. 38, p. 22, nov. 2012.
   VANHOOZER, Kevin J. A trindade, as escrituras e a função do teólogo: contribuições para uma teologia evangélica. São Paulo: Vida Nova, 2015. 91 p.
  CURY, Jorge Augusto, Análise da inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo: Academia de Inteligência, 1999. 34 p.
    MACARTHUR, John, O Evangelho segundo Jesus. 2ª ed. São José dos Campos: Editora Fiel, 2008. 33.p
   JEFERSON PEREIRA. Estratégias para plantio e revitalização de igrejas. Disponível em: <http://jefersonpereira.com.br/page/blog/2016/09/01/lidorio/>. Acesso em: 31 ago. 2016.
   SPURGEON, Charles Haddon. Sermão pregado na manhã de Sábado, 27 de Abril de 1856. Disponível em: <http://projetospurgeon.com.br/>. Acesso em: 31 ago. 2016.
   HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento: exposição dos livros de Efésios e Filipenses. 2 ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2005. 416 p.
CALVINO, João. Pastorais: Série comentários bíblicos. São José dos Campos: Editora Fiel, 2009. 57-58 p.
     WASHER, Paul. O poder do evangelho e sua mensagem. São Paulo: Editora Fiel, 2013. 45 p.
    OLYOTT, Stuart. Jonas: o missionário bem sucedido que fracassou. São José dos Campos: Editora Fiel, 2012. 15 p.

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