Pensamentos

A única maneira de ter um amigo é sendo um.
(Ralph Waldo Emerson)

A Natureza na qual podemos encontra a revelação de Deus

sábado, 1 de agosto de 2015


A Natureza na qual podemos encontra a revelação de Deus




1 – Ao usarmos este primeiro ponto, podemos encontrar a seguinte definição para analisar a linguagem de Wittgenstein; para que possamos responder esta questão, encontramos em MCGRATH o princípio da analogia. O fato de que Deus criou o mundo aponta para a existência de uma fundamental analogia do ser entre o ser de Deus e o mundo, na qual é aplicada que existe uma ideia de continuidade entre Deus e o mundo, devido a expressão do ser de Deus nos demais seres e no mundo. Por esse motivo, é legítimo o usos de entes que são parte da criação como analogia para representar Deus.
Desta forma, a teologia não está reduzindo Deus à esfera da criação, mas está simplesmente afirmando a existência de uma semelhança ou correspondência entre Deus e um determinado ente da criação, o que permite que esta última funcione como evidencia que aponte para Deus, sem que seja idêntico a Deus.

2 – É fundamental quando utilizamos alguns pontos de semelhança, entre Deus e a relação do homem, para que seja mais clara a interpretação a respeito da revelação de Deus ao homem em suas características cognitivas de razão para mais compressão, uma vez que fomos criados a sua imagem e semelhança. Na seguinte afirmação de MCGRATH, vemos a seguinte afirmação: Deus é pais. Tomás de Aquino vais demonstrar que devemos entender essa afirmação, como Deus é uma figura humana de uma pai. Dando a entender em outras palavras, Deus é semelhante a um pais. Na qual podemos analisar que em alguns aspectos que Deus representa esta semelhança, embora em outros aspectos essa semelhança não exista. Existe, porem, pontos de genuína semelhança. Deus cuida de nós, assim como o pais cuida do seus filhos (Mt 7.9-11). Já no ponto diferente, Deus não é um ser humano. Da mesma forma, embora todo ser humanos tenha necessariamente uma mãe, isso não implica a necessidade da existência de uma mãe divina.
3 -      O terceiro ponto, que podemos desenvolver uma um compressão de Deus, que traz mais ao homem desenvolvimento cognitivo de entender a Deus; seja um pouco da metáfora, onde devemos observar uma diferença entre uma analogia e metáfora. Na qual é definida por Aristóteles; a metáfora como o processo que envolve “o uso de uma palavra, por transferências, cujo uso originário designa outro objeto ou qualidade”. Essa sua afirmação se torna tão ampla, que abrange quase todas as figuras de linguagem, inclusivo a analogia. Cada escritor oferece sua própria definição, que com frequência repetem seus próprios interesses. Ao avaliarmos um pouco mais essa definição de metáfora, podemos dizer que ela sempre possui uma característica de “ser” e “não ser”: uma declaração é feita mais como um provável relato do que como definição. Isto é, ao dizer que “Deus é mãe”, não se pretende definir Deus como mãe, nem afirmar a existência de uma identidade entre o termos “Deus” e “mãe”, mas sim sugerir que consideramos aquilo sobre o que não sabemos como falar.    

Logo podemos concluir, que tanto a analogia como a metáfora é fundamental para o modo como conhecemos Deus. Ela esclarece a maneira pela qual Deus se revela a nós por meio de analogias, metáfora e imagens nas Escrituras, permitindo-nos compreender como Deus pode estar acima deste mundo. Deus não é objeto ou alguém que exista no espaço e no tempo; no entanto, essas pessoas e objetos que conhecemos no tempo e no espeço em que vivemos podem nos ajudar a aumentar nosso apreço pelo caráter e pela natureza de Deus. Deus, que é infinito, pode se revelar por meio de palavras humanas e imagens finitas

Ao considerar-nos que a Bíblia é a única regre de fé e pratica, que possuímos, estamos dizendo que o fundamentos das coisas que não se explicam; uma vez que “a fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fotos que não se veem” (Hb 11.1). Se eu acredito na palavra de Deus, logo tenho fé, mas a fé sem obras e conhecimento se tornam mortas. Em Romanos 10.13-17, Paulo diz: “Porque: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocaram aqueles em quem não creram? E como creram naquele que nada ouviram? E como ouviram, se não há quem pregue? E assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo”.   Ao avaliarmos do ponto de vista humanos, encontramos que todo ser humanos nascido na terra têm algum conhecimento da vontade de Deus por intermédio de sua consciência. Na verdade, se não existisse a Palavra escrita de Deus, não poderíamos alcançar a vontade de Deus por nenhum outro meio, fosse consciência, conselhos de outras pessoas, testemunho íntimo do Espirito Santo, mudança das circunstâncias ou o uso da razão e do bom senso santificados. Na Bíblia, porém, temos a afirmações claras e precisas sobre a vontade de Deus. Ele não nos revelou todas as coisas, mas revelou-nos o bastante para que conhecemos a sua vontade, uma vez que as coisas cobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei. Quanto ao ceticismo; é qualquer atitude de questionamento para o conhecimento, fatos, opiniões ou crenças estabelecidas como fatos. Filosoficamente, é a doutrina da qual a mente humana não pode atingir nenhuma certeza a respeito da verdade por meio de uma mente finita. Ao analisarmos isso, podemos dizer que os descrentes podem saber algo sobre Deus por meio de sua revelação natural, genérica e visível do mundo. Embora isso seja verdade, devemos reconhecer que no mundo caído o conhecimento adquirido pela observação do mundo é sempre imperfeito e possível de erros ou interpretação equivocada. Portanto o conhecimento de Deus e da criação adquirido pelas Escrituras devem ser usados para interpretar corretamente a criação que nos cerca. Ou seja, precisamos de uma revelação especial para interpretar corretamente a revelação geral.   

Texto: Felipe Abreu

Fontes:
MCGRATH, Alister E. Teologia sistemática, histórica e filosófica.: Uma introdução à Teologia Cristã. São Paulo: Shedd, 2005.
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. 2. ed. São Paulo: Vida Nova, 2010     

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